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	<title>Nutrição e Profissional da Educação Física</title>
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	<link>https://renataferracioli.com.br/author/renata/</link>
	<description>Nutricionista e Prof. Educação Física</description>
	<lastBuildDate>Wed, 06 Oct 2021 16:44:07 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Geladinho Proteico de Cacau</title>
		<link>https://renataferracioli.com.br/geladinho-proteico-de-cacau/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Renata Ferracioli]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Oct 2021 16:44:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nutrição]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Geladinho neste calorão vai super bem não é mesmo? Pega essa dica de receita que fica uma delícia! Ingredientes: 300 ml de leite integral; 01 scoopy de whey protein (30 gramas); 01 banana nanica madura e pequena; 01 colher de sopa cheia de cacau em pó 100%; 100 gramas de coco fresco ralado ou desidratado<a class="read-more" href="https://renataferracioli.com.br/geladinho-proteico-de-cacau/">Continue reading <i class="fal fa-angle-right"></i></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Geladinho neste calorão vai super bem não é mesmo? Pega essa dica de receita que fica uma delícia!</p>
<p>Ingredientes:</p>
<ul>
<li>300 ml de leite integral;</li>
<li>01 scoopy de whey protein (30 gramas);</li>
<li>01 banana nanica madura e pequena;</li>
<li>01 colher de sopa cheia de cacau em pó 100%;</li>
<li>100 gramas de coco fresco ralado ou desidratado sem adição de açúcar.</li>
</ul>
<p>Modo de Preparo:</p>
<p>Bata tudo no liquidificador, coloque nos saquinhos e leve ao freezer por algumas horas.</p>
<p>Espero que tenham gostado! Beijos nutridos e até a próxima!</p>
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		<item>
		<title>Macarrão Vapt-Vupt</title>
		<link>https://renataferracioli.com.br/macarrao-vapt-vupt/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Renata Ferracioli]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Oct 2021 16:30:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nutrição]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Vamos de receita fácil, gostosa e nutritiva hoje! Muitas vezes escuto frases como: &#8220;Ah mas não sei como fazer um macarrão diferente&#8221; ou &#8220;Preciso de uma receita simples e fácil! Não tenho muito tempo para cozinhar.&#8221; Pois atendendo a pedidos, segue uma receita para te ajudar na cozinha e que de quebra fica uma delícia!<a class="read-more" href="https://renataferracioli.com.br/macarrao-vapt-vupt/">Continue reading <i class="fal fa-angle-right"></i></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Vamos de receita fácil, gostosa e nutritiva hoje! Muitas vezes escuto frases como: &#8220;Ah mas não sei como fazer um macarrão diferente&#8221; ou &#8220;Preciso de uma receita simples e fácil! Não tenho muito tempo para cozinhar.&#8221;</p>
<p>Pois atendendo a pedidos, segue uma receita para te ajudar na cozinha e que de quebra fica uma delícia!</p>
<p>Ingredientes:</p>
<ul>
<li>Macarrão do tipo espaguete;</li>
<li>01 cenoura pequena ralada;</li>
<li>01 tomate pequeno cortado em cubos;</li>
<li>Queijo fresco cortado em cubos;</li>
<li>Semente de abóbora sem casca;</li>
<li>Temperos a gosto: alho, cebola, salsinha e cebolinha, sal, pimenta do reino, pimenta biquinho, gengibre e azeite de oliva extra virgem.</li>
</ul>
<p>Modo de Preparo:</p>
<p>Cozinhe o macarrão e reserve. Em uma panela coloque um fio de azeite de oliva e refogue a cenoura, o tomate, o queijo e as sementes de abóbora junto com os temperos. (pode deixar os vegetais ao dente, mais firminhos mesmo). Misture o refogado com o macarrão cozido e está pronto!</p>
<p>Muito simples e muito gostoso! A semente de abóbora oferece crocância ao prato sem interferir no sabor.</p>
<p>Beijos nutridos e até a próxima!</p>
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		<item>
		<title>Inatividade física durante a pandemia piorou saúde de mulheres entre 50 e 70 anos</title>
		<link>https://renataferracioli.com.br/inatividade-fisica-durante-a-pandemia-piorou-saude-de-mulheres-entre-50-e-70-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Renata Ferracioli]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Jun 2021 12:59:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação Física]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Karina Toledo &#124; Agência FAPESP – Em estudo feito com 34 mulheres entre 50 e 70 anos, pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) mediram de forma objetiva o impacto à saúde causado pela queda no nível de atividade física durante a quarentena imposta pela COVID-19. Testes feitos após as primeiras 16 semanas de confinamento<a class="read-more" href="https://renataferracioli.com.br/inatividade-fisica-durante-a-pandemia-piorou-saude-de-mulheres-entre-50-e-70-anos/">Continue reading <i class="fal fa-angle-right"></i></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Karina Toledo | Agência FAPESP – Em estudo feito com 34 mulheres entre 50 e 70 anos, pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) mediram de forma objetiva o impacto à saúde causado pela queda no nível de atividade física durante a quarentena imposta pela COVID-19. Testes feitos após as primeiras 16 semanas de confinamento apontaram piora no estado geral de saúde das voluntárias, incluindo perda de força muscular e condicionamento aeróbio, bem como aumento dos níveis sanguíneos de colesterol e hemoglobina glicada – dois fatores de risco para distúrbios metabólicos.</p>
<p>Os resultados completos da pesquisa, apoiada pela FAPESP, foram divulgados na revista Experimental Gerontology.</p>
<p>“Importante ressaltar que essas mulheres já eram consideradas fisicamente inativas antes do início da pandemia, ou seja, não tinham uma rotina estruturada de exercícios. E com o confinamento elas passaram a se movimentar ainda menos, pois deixaram de fazer atividades como passear com o cachorro ou no shopping, brincar com os netos, caminhar até o ponto de ônibus ou até o trabalho”, explica Carlos Bueno Junior, professor da Escola de Educação Física e Esporte de Ribeirão Preto (EEFERP-USP) e um dos autores do artigo.</p>
<p>Idealizada antes da pandemia, em parceria com a professora da EEFERP-USP Ellen de Freitas, a pesquisa tinha como objetivo original avaliar o efeito de diferentes programas de treinamento físico em grupos de voluntários com perfil variado. Uma primeira bateria de exames foi feita com mulheres entre 50 e 70 anos em fevereiro de 2020, antes de iniciar a intervenção.</p>
<p>Foram avaliados parâmetros como peso, índice de massa corporal (IMC), percentual de gordura corporal, circunferência abdominal, pressão arterial, força de preensão manual (medida com um dinamômetro, aparelho que se aperta com as mãos) e perfil alimentar (por meio de questionário). Para avaliar a capacidade cardiorrespiratória, as voluntárias foram submetidas a um teste de caminhada com duração de seis minutos. Por último, foram coletadas amostras de sangue por meio das quais os pesquisadores analisaram o perfil de células brancas e vermelhas, os níveis de colesterol, as taxas de glicemia, insulina e hemoglobina glicada (exame capaz de indicar o risco de diabetes do tipo 2).</p>
<p>“A ideia era reavaliar as participantes após o término do protocolo de exercícios, mas com a pandemia o planejamento inicial tornou-se inviável. Decidimos então adaptar o projeto para avaliar os efeitos das mudanças sociais causadas pela COVID-19 nos parâmetros de saúde da população, principalmente no contexto do envelhecimento. Já tínhamos as medidas iniciais e refizemos os testes após as primeiras 16 semanas de confinamento, seguindo todos os protocolos para evitar a contaminação”, conta Bueno Junior à Agência FAPESP.</p>
<p>A pesquisa contou com a participação dos estudantes de mestrado João Ribeiro de Lima e Gabriela Abud.</p>
<p>Resultados</p>
<p>A segunda bateria de exames não revelou alteração em parâmetros como peso, IMC, percentual de gordura corporal e circunferência abdominal. Porém, registrou-se, em média, um aumento de 39,8% na taxa de insulina, 9,7% na de hemoglobina glicada e 1,3% na de glicemia (valor considerado não significativo). O nível de colesterol total aumentou 8% e houve queda significativa (10%) na porcentagem de plaquetas no sangue – fenômeno cujas causas e implicações ainda estão sendo investigadas.</p>
<p>O teste de preensão manual indicou uma redução de 5,6% da força muscular. Já o teste de caminhada indicou perda de 4,4% da capacidade aeróbia.</p>
<p>“Alguns desses parâmetros, como força muscular e capacidade aeróbia, já estavam aquém do ideal para a idade em razão do estilo de vida das voluntárias. O estudo mostra que, no contexto da pandemia, algo que já estava ruim ficou ainda pior. Aumentou o risco de desenvolver doenças crônicas e, para aquelas que já tinham problemas cardiovasculares ou metabólicos, houve um agravamento do quadro”, comenta Lima.</p>
<p>Segundo Abud, por meio do questionário, foi possível concluir que não houve piora no padrão alimentar após o início do confinamento e, portanto, os prejuízos à saúde observados na pesquisa devem ser atribuídos principalmente à queda na movimentação corporal.</p>
<p>“Muitas dessas mulheres trabalhavam fora antes da quarentena e tinham uma rotina agitada, embora não praticassem atividade física regular. Algumas relataram se sentir mais estressadas em consequência do confinamento e isso também pode ter contribuído para a piora no estado geral de saúde”, afirma Abud.</p>
<p>Na avaliação dos pesquisadores, os resultados deveriam servir de alerta para os governantes e para a sociedade em geral. “Com apenas 16 semanas já foi possível notar mudanças significativas em alguns dos parâmetros avaliados e, com o prolongamento da crise sanitária, as implicações para a saúde tendem a se tornar cada vez maiores. É preciso pensar em maneiras de promover a atividade física com segurança durante esse período”, defende Lima.</p>
<p>Para Bueno Junior, a prática de atividade física durante o período de isolamento social é fundamental não só para a saúde física como também psicológica. “Uma das propostas é a prática de exercícios em casa, com auxílio de plataformas virtuais. Mas no caso de idosos ou de pessoas com limitações físicas é importante haver algum tipo de orientação profissional personalizada durante o treino, pois o risco é maior”, diz.</p>
<p>De acordo com Lima, os resultados da pesquisa evidenciam que, além do tempo dedicado à prática de exercícios físicos, o que as pessoas fazem no restante do dia também é importante e deve ser avaliado. “Muitos acham que porque fizeram uma hora de academia estão liberados para comer qualquer coisa ou para ficar sentado o resto de suas horas livres vendo TV. Mas não é bem assim. É fundamental diminuir o sedentarismo, que é o tempo em que se permanece sentado ou deitado”, afirma.</p>
<p>O artigo Effects of the COVID-19 pandemic on the global health of women aged 50 to 70 years pode ser lido em https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0531556521001248?fbclid=IwAR19nvk4Pg-4&#8211;kfBgRk70YGGqJFHa4ts5NFArRKqRr8tXcUvozGzDZwUns#!.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Sedentarismo, obesidade, depressão e ansiedade agravam sintomas da asma, revela estudo</title>
		<link>https://renataferracioli.com.br/sedentarismo-obesidade-depressao-e-ansiedade-agravam-sintomas-da-asma-revela-estudo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Renata Ferracioli]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 May 2021 23:21:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação Física]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Luciana Constantino &#124; Agência FAPESP – O sedentarismo, a obesidade, a depressão e a ansiedade são fatores que agravam os sintomas da asma, dificultando seu controle. Por outro lado, exercícios aeróbicos frequentes, como caminhadas de intensidade moderada ao menos cinco vezes por semana, ajudam a reduzir as crises da doença, principalmente em pacientes moderados e<a class="read-more" href="https://renataferracioli.com.br/sedentarismo-obesidade-depressao-e-ansiedade-agravam-sintomas-da-asma-revela-estudo/">Continue reading <i class="fal fa-angle-right"></i></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Luciana Constantino | Agência FAPESP – O sedentarismo, a obesidade, a depressão e a ansiedade são fatores que agravam os sintomas da asma, dificultando seu controle. Por outro lado, exercícios aeróbicos frequentes, como caminhadas de intensidade moderada ao menos cinco vezes por semana, ajudam a reduzir as crises da doença, principalmente em pacientes moderados e graves.</p>
<p>Essas são as conclusões de estudos conduzidos na Universidade de São Paulo (USP) e recentemente publicados em dois artigos – um no European Respiratory Journal e outro no Chest Journal. Ambos tiveram o apoio da FAPESP e a coordenação do professor e fisioterapeuta Celso Ricardo Fernandes de Carvalho, da Faculdade de Medicina (FM-USP).</p>
<p>No primeiro estudo, com 296 pacientes brasileiros e australianos, foram apontadas quatro características extrapulmonares importantes a serem consideradas no tratamento da asma: atividade física, obesidade, depressão e ansiedade.</p>
<p>O trabalho mostrou que os pacientes formavam grupos com características distintas: 1) participantes com asma controlada e fisicamente ativos; 2) com asma não controlada, fisicamente inativos e mais sedentários; 3) com asma não controlada, baixa atividade física, obesos e que sentiam ansiedade e ou sintomas de depressão; e 4) com asma muito descontrolada, fisicamente inativos, mais sedentários, obesos e com sintomas de ansiedade e ou depressão.</p>
<p>A maioria deles (64%) apresentou alguma complicação nos 12 meses anteriores (por exemplo, hospitalização). Nos grupos foram detectadas 15 comorbidades, entre as mais prevalentes estavam o refluxo gastroesofágico, obesidade, hipertensão, distúrbio psicológico, sinusite e distúrbios do sono.</p>
<p>Os pesquisadores fizeram então uma análise de agrupamento hierárquico para identificar fenótipos clínicos de asma com base em traços extrapulmonares e fatores comportamentais de risco, visando a descrever as características clínicas associadas a esses fenótipos. O trabalho mostrou ainda que o sedentarismo era o fator com maior associação a hospitalização e crises de asma.</p>
<p>“Identificamos quatro fenótipos de asma com base nas características extrapulmonares: níveis de atividade física, obesidade, depressão e sintomas de ansiedade. Nossos dados reforçam a importância de avaliar essas características na prática clínica para individualizar os tratamentos e, assim, melhorar os resultados em pessoas com asma moderada a grave”, concluem os pesquisadores no artigo, cuja primeira autora é Patrícia Duarte Freitas.</p>
<p>No outro trabalho, que avaliou 51 voluntários com idade entre 18 e 60 anos, atendidos pelo Ambulatório de Pneumologia do Hospital das Clínicas, a conclusão foi que a atividade física frequente melhorou o controle da doença, a qualidade do sono e sintomas de ansiedade.</p>
<p>Nesse caso, os voluntários foram divididos em um grupo de intervenção, submetido a uma mudança de comportamento para aumentar a atividade física durante oito semanas, e um de controle, somente com os cuidados habituais.</p>
<p>Foram coletadas informações sobre o controle clínico da asma, atividade física/sedentarismo, comportamento, qualidade de vida, sintomas de ansiedade e depressão, qualidade do sono e dados antropométricos.</p>
<p>O controle clínico da asma foi medido por meio de uma ferramenta, chamada ACQ, que compreende sete questões relacionadas a sintomas da doença, medicação e função pulmonar. Os participantes fizeram um diário para relatar exacerbações do quadro durante o período de intervenção. Também foram medidos os níveis de atividade física e sedentarismo, por meio de equipamentos.</p>
<p>Os pesquisadores compararam os dados dos grupos, em ensaio randomizado e controlado, analisando as avaliações antes e após o período de intervenção. “Os resultados sugerem que uma abordagem multidisciplinar para mudança de comportamento pode potencialmente ser uma estratégia complementar ou alternativa que melhora o controle clínico em adultos com asma”, escrevem os pesquisadores.</p>
<p>Segundo Carvalho, o trabalho vem sendo feito desde 2007, quando começaram as pesquisas ligando exercícios, asma e obesidade. Em 2018, uma das publicações do grupo, resultado do doutorado de Freitas, foi premiada pelo European Respiratory Congress, realizado em Paris. O estudo mostrou, à época, que obesos com asma submetidos a uma dieta balanceada e a uma rotina de atividades físicas tiveram melhora significativa na função pulmonar e nos medidores inflamatórios da doença (leia mais aqui agencia.fapesp.br/28868/).</p>
<p>Impacto</p>
<p>A asma, caracterizada pela inflamação das vias aéreas, é considerada uma das doenças crônicas mais comuns no mundo, afetando cerca de 339 milhões de pessoas, segundo relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS).</p>
<p>Para aumentar a conscientização sobre a doença, a primeira terça-feira do mês de maio marca o Dia Mundial da Asma, organizado pela Global Initiative for Asthma (GINA). Neste ano, o tema escolhido foi “Descobrindo os Equívocos sobre a Asma”, para chamar a atenção para mitos e conceitos errados, como dizer que a doença só afeta crianças ou é infecciosa.</p>
<p>A causa exata da asma ainda não é conhecida, mas acredita-se que haja influência de uma série de fatores genéticos, como história familiar de alergias respiratórias, e ambientais. Alguns gatilhos podem piorar os sintomas ou a inflamação dos brônquios. Entre eles estão os alérgicos (pó domiciliar, ácaros, fungos, pólen, pelo de animais), os irritantes (fumaça de cigarro, poluição do ar, aerossóis), a variação climática e até mesmo alteração emocional.</p>
<p>Embora não tenha cura, a doença pode ser controlada para reduzir e prevenir os ataques, que se caracterizam por falta de ar, tosse e chiado no peito, podendo levar à morte. O tratamento geralmente é feito com medicamentos que aliviam ou controlam os sintomas, principalmente corticoides inalados isolados ou em associação com droga broncodilatadora.</p>
<p>Carvalho destaca que cada vez mais vem ganhando importância o tratamento multidisciplinar, levando em consideração, principalmente, os fatores extrapulmonares, conhecidos como traços tratáveis.</p>
<p>Esses “traços” são características fenotípicas ou endotípicas que podem incluir comorbidades (como ansiedade, disfunção das cordas vocais e refluxo), fatores de risco (como tabagismo e densidade óssea) e habilidades de autocuidado (como aderência à terapia e técnica inalatória). São levados em consideração como parte da estratégia de tratamento das doenças crônicas das vias respiratórias por meio da medicina personalizada.</p>
<p>No último dia 29 de abril, um consórcio formado por médicos, pesquisadores e entidades lançou um site que reúne informações e estudos sobre traços tratáveis. Carvalho participa do grupo e é o único pesquisador representante do continente americano.</p>
<p>“A ideia de um tratamento somente com medicamentos é muito menos eficaz. Temos de pensar em tratamento multiprofissional. Além disso, o paciente também deve começar a tomar para si o comprometimento com os exercícios. Não precisa tentar se transformar em um atleta, basta se comprometer com a caminhada”, diz Carvalho.</p>
<p>Com o apoio da FAPESP, por meio de um Projeto Temático, o professor está agora desenvolvendo uma pesquisa com o objetivo de avaliar o efeito de novas abordagens e de tecnologias para melhorar o tratamento de pacientes com asma moderada e grave. Também será analisado o papel da mudança comportamental em pacientes com outros tipos de doenças respiratórias crônicas, como a doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC).</p>
<p>Os artigos Identification of asthma phenotypes based on extrapulmonary treatable traits e A Behavior Change Intervention Aimed at Increasing Physical Activity Improves Clinical Control in Adults With Asthma &#8211; A Randomized Controlled Trial podem ser lidos, respectivamente, em</p>
<p>https://erj.ersjournals.com/content/early/2020/07/09/13993003.00240-2020 e https://journal.chestnet.org/article/S0012-3692(20)34492-5/fulltext.</p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Prevenção e combate da Hipertensão Arterial</title>
		<link>https://renataferracioli.com.br/prevencao-e-combate-da-hipertensao-arterial/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Renata Ferracioli]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 May 2021 22:55:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Nutrição]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A hipertensão arterial é uma das doenças cardiovasculares mais frequentes do Brasil e um dos principais fatores de risco para complicações como acidente vascular cerebral e infarto agudo do miocárdio. Os bons hábitos alimentares além de auxiliarem na manutenção e melhora da saúde também podem prevenir o surgimento da Hipertensão Arterial. Reduza: Ingestão de sal;<a class="read-more" href="https://renataferracioli.com.br/prevencao-e-combate-da-hipertensao-arterial/">Continue reading <i class="fal fa-angle-right"></i></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A hipertensão arterial é uma das doenças cardiovasculares mais frequentes do Brasil e um dos principais fatores de risco para complicações como acidente vascular cerebral e infarto agudo do miocárdio.</p>
<p>Os bons hábitos alimentares além de auxiliarem na manutenção e melhora da saúde também podem prevenir o surgimento da Hipertensão Arterial.</p>
<p>Reduza:</p>
<ul>
<li>Ingestão de sal;</li>
<li>Ingestão de gordura</li>
<li>Consumo de alimentos industrializados e enlatados.</li>
</ul>
<p>Priorize:</p>
<ul>
<li>Atividade física;</li>
<li>Consumo de frutas e vegetais;</li>
<li>Temperos caseiros como alho, cebola e cheiro verde.</li>
</ul>
<p>Espero que tenham gostado das dicas! Beijos nutridos e até a próxima!</p>
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			</item>
		<item>
		<title>07 de Abril &#8211; Dia Mundial da Saúde</title>
		<link>https://renataferracioli.com.br/07-de-abril-dia-mundial-da-saude/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Renata Ferracioli]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Apr 2021 02:13:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Será que ser saudável significa que você tem ausência de doenças? Muitas pessoas consideram-se saudáveis quando estão sem nenhuma doença, porém a falta de enfermidades não significa presença de saúde. Dizer que uma pessoa está saudável requer a análise de um conjunto de fatores, tais como qualidade de vida e aspectos mentais e físicos. A<a class="read-more" href="https://renataferracioli.com.br/07-de-abril-dia-mundial-da-saude/">Continue reading <i class="fal fa-angle-right"></i></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Será que ser saudável significa que você tem ausência de doenças?</p>
<p>Muitas pessoas consideram-se saudáveis quando estão sem nenhuma doença, porém a falta de enfermidades não significa presença de saúde. Dizer que uma pessoa está saudável requer a análise de um conjunto de fatores, tais como qualidade de vida e aspectos mentais e físicos.</p>
<p>A Organização Mundial definiu que “<strong>a saúde é um estado de completo bem-estar físico, mental e social e não apenas a ausência de doença ou enfermidade</strong>”.</p>
<p>A saúde deve ser vista portanto como uma forma de total bem-estar, que é conseguido não só por meio do tratamento de doenças ou de sua prevenção, mas também através da qualidade de vida.</p>
<p>De acordo com a Lei nº 8.080, de 1990, a saúde é um direito fundamental do ser humano, devendo o Estado prover as condições indispensáveis ao seu pleno exercício. A lei também enfoca que, para haver saúde, alguns fatores são determinantes, tais como: a alimentação, a moradia, o saneamento básico, o meio ambiente, o trabalho, a renda, a educação, a atividade física, o transporte, o lazer e o acesso aos bens e serviços essenciais. O papel do Estado para garantir o bem-estar da população é fundamental, pois é ele o responsável pela qualidade de vida de cada cidadão.</p>
<p>Percebe-se, portanto, que todos os fatores, por mais irrelevantes que possam parecer, afetam a vida de um indivíduo e, consequentemente, a sua saúde.</p>
<p>E o que podemos fazer então no nosso dia-a-dia? Podemos tentar adotar algumas práticas mais saudáveis e torná-las um hábito. Com o tempo estes novos hábitos se tornam rotina e a qualidade de vida é transformada para melhor!</p>
<p>Veja abaixo algumas dicas para melhorar a sua saúde!</p>
<ul>
<li>Alimentar-se da melhor maneira possível;</li>
<li>Praticar atividades físicas;</li>
<li>Ingerir no mínimo dois litros de água por dia;</li>
<li>Colocar em sua rotina atividades prazerosas;</li>
<li>Evitar fazer uso de cigarros;</li>
<li>Ter boas noites de sono;</li>
<li>Evitar atividades que causem estresse;</li>
<li>Utilizar remédios apenas com recomendação médica;</li>
<li>Não comparar o seu padrão de vida com o de outras pessoas.</li>
</ul>
<p>Manter-se feliz e positivo diante da vida também é uma forma de ter saúde!</p>
<p>Espero que tenham gostado do post de hoje! Beijos nutridos e até a próxima!</p>
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		<title>Prevenção de cáries com boa alimentação!</title>
		<link>https://renataferracioli.com.br/prevencao-de-caries-com-boa-alimentacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Renata Ferracioli]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Mar 2021 14:49:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nutrição]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você sabia que alguns alimentos e hábitos podem favorecer o surgimento de cáries nas crianças? E mais: sabia que essas cáries podem prejudicar (e muito) a saúde bucal dos pequenos? Elas podem ocasionar infecção crônica, inflamação e dor na boca podendo contribuir ainda com desnutrição, mau desenvolvimento orofacial, diminuição no desempenho escolar e consequentemente redução<a class="read-more" href="https://renataferracioli.com.br/prevencao-de-caries-com-boa-alimentacao/">Continue reading <i class="fal fa-angle-right"></i></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Você sabia que alguns alimentos e hábitos podem favorecer o surgimento de cáries nas crianças? E mais: sabia que essas cáries podem prejudicar (e muito) a saúde bucal dos pequenos? Elas podem ocasionar infecção crônica, inflamação e dor na boca podendo contribuir ainda com desnutrição, mau desenvolvimento orofacial, diminuição no desempenho escolar e consequentemente redução na qualidade de vida!</p>
<p>Alimentos ricos em gordura e açúcar são alguns dos responsáveis por esse surgimento, por exemplo: leite fermentado, refrigerantes, refrescos em pó, cereais matinais açucarados, gelatina em pó com sabor, guloseimas como balas, chicletes, pirulitos e chocolates e iogurte com sabores e do tipo <em>petit suisse</em>, biscoitos e bolachas doces com recheio ou cobertura, bolinhos industrializados, empanado de frango tipo <em>nugget</em>, macarrão instantâneo, pão de queijo pronto para assar, salgadinhos de pacote, salsicha e sorvete industrializado.</p>
<p>Mas as cáries podem ser evitadas! Como? Eu e a dentista @dra.mariaclaralz especializada em odontopediatria listamos abaixo algumas soluções tanto para a higiene das crianças quanto na alimentação a fim de evitar o surgimento dessas cáries!</p>
<ol>
<li>Aleitamento materno exclusivo até 6 meses de idade;</li>
<li>Incentivar o consumo de frutas, verduras e legumes;</li>
<li>Não oferecer alimentos com açúcar e bebidas açucaradas (principalmente na hora de dormir ou durante o sono) como os exemplos acima;</li>
<li>Evitar comer refeições que não estejam programadas, o famoso “beliscar”;</li>
<li>escovar os dentes da criança pelo menos 3 vezes ao dia, principalmente antes de dormir;</li>
<li>Usar pasta de dente com flúor (1.100 ppm);</li>
<li>Realizar visitas regulares ao dentista.</li>
</ol>
<p>Gostou deste post? Envie para seus amigos! Compartilhe com a família!</p>
<p>Beijos nutridos e até a próxima!</p>
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		<title>Farofa Diferentona de Milho e Coco!</title>
		<link>https://renataferracioli.com.br/farofa-diferentona-de-milho-e-coco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Renata Ferracioli]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Feb 2021 19:08:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nutrição]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quer variedade e praticidade no seu dia-a-dia? Aposte nesta receita! Fácil e gostosa! Não é a toa que se tornou a minha queridinha do momento! Ingredientes: 1 xícara (chá) de coco ralado seco ou bagaço do leite de coco caseiro ou 1 xícara (chá) de coco fresco ralado; 1 ½ xícara (chá) de farinha de<a class="read-more" href="https://renataferracioli.com.br/farofa-diferentona-de-milho-e-coco/">Continue reading <i class="fal fa-angle-right"></i></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quer variedade e praticidade no seu dia-a-dia? Aposte nesta receita! Fácil e gostosa! Não é a toa que se tornou a minha queridinha do momento!</p>
<p>Ingredientes:</p>
<div class="editor ng-star-inserted">
<ul>
<li class="ng-star-inserted">1 xícara (chá) de coco ralado seco ou bagaço do leite de coco caseiro ou 1 xícara (chá) de coco fresco ralado;</li>
<li class="ng-star-inserted">1 ½ xícara (chá) de farinha de milho;</li>
<li class="ng-star-inserted">½ cebola;</li>
<li>1 dente de alho amassado;</li>
<li class="ng-star-inserted">75 g de manteiga;</li>
<li>Salsinha e cebolinha a gosto;</li>
<li class="ng-star-inserted">sal e pimenta-do-reino moída na hora a gosto.</li>
</ul>
<p>Modo de Preparo:</p>
</div>
<div class="editor ng-star-inserted">
<ol>
<li>Descasque e pique fino a cebola. Numa tigela, misture o coco com a farinha de milho.</li>
<li>Numa frigideira grande, coloque a manteiga e leve ao fogo médio. Quando derreter, junte a cebola, tempere com uma pitada de sal e mexa por 2 minutos, até murchar. Acrescente a farinha com o coco e misture bem. Deixe cozinhar por cerca de 5 minutos mexendo de vez em quando para não queimar.</li>
<li>Desligue o fogo e tempere com o sal, pimenta-do-reino, salsinha e cebolinha . Transfira para uma travessa e sirva a seguir.</li>
</ol>
<p>OBS: Receita adaptada do site: www.panelinha.com.br</p>
<p>Nesta receita eu utilizei o bagaço do leite de coco caseiro.</p>
<p>Beijos Nutridos e até a próxima!</p>
</div>
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		<item>
		<title>Exercício de força muscular pode auxiliar na prevenção de alguns tipos de câncer</title>
		<link>https://renataferracioli.com.br/exercicio-de-forca-muscular-pode-auxiliar-na-prevencao-de-alguns-tipos-de-cancer/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Renata Ferracioli]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Feb 2021 20:00:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação Física]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Agência FAPESP * – Estudo sugere que exercício de força pode reduzir alguns tipos de câncer, particularmente, câncer de bexiga e rim. Trabalho foi realizado por pesquisadores da Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), em parceria com a Harvard<a class="read-more" href="https://renataferracioli.com.br/exercicio-de-forca-muscular-pode-auxiliar-na-prevencao-de-alguns-tipos-de-cancer/">Continue reading <i class="fal fa-angle-right"></i></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Agência FAPESP</strong> * – Estudo sugere que exercício de força pode reduzir alguns tipos de câncer, particularmente, câncer de bexiga e rim. Trabalho foi realizado por pesquisadores da Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), em parceria com a Harvard University (Estados Unidos).</p>
<p>A pesquisa recebeu <strong><a href="https://bv.fapesp.br/pt/bolsas/186126//?q=2018/23941-9" target="_blank">financiamento da FAPESP</a></strong> e foi publicada na revista científica <em>British Journal of Cancer</em>.</p>
<p>Os autores do estudo utilizaram dados do <em>Health Professionals Follow-up Study</em>, um estudo de coorte com mais de 30 mil profissionais de saúde, para investigar se a realização de exercícios de força muscular, comumente praticados em academias, estúdios de treinamento funcional e crossfit, está associada com menor risco de câncer.</p>
<p>Os participantes do estudo foram acompanhados entre 1992 e 2014, período em que responderam questionários bienais sobre a frequência semanal média de exercício de força muscular ao longo do ano, além de outros fatores de risco e proteção para câncer.</p>
<p>Os autores concluíram que exercício de força muscular não esteve associado com menor incidência total de câncer. No entanto, foi possível observar uma redução de 20% no risco de câncer de bexiga e 23% no câncer de rim para cada hora de aumento de exercício de força muscular semanal.</p>
<p>Os pesquisadores do estudo também observaram que participantes que realizaram exercício de força muscular combinado com atividades físicas aeróbicas tiveram uma maior redução no risco de câncer de rim comparado com aqueles que realizaram apenas exercício de força muscular.</p>
<p>Mais informações em: <strong><a href="https://bit.ly/31iRmUA" target="_blank">https://bit.ly/31iRmUA</a></strong>.</p>
<p><em>*Com informações da Assessoria de Imprensa da Unifesp</em>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Este texto foi originalmente publicado por <a href="https://agencia.fapesp.br/">Agência FAPESP</a> de acordo com a <a href="https://creativecommons.org/licenses/by-nd/4.0/">licença Creative Commons CC-BY-NC-ND</a>. Leia o <a href="https://agencia.fapesp.br/exercicio-de-forca-muscular-pode-auxiliar-na-prevencao-de-alguns-tipos-de-cancer/33513/" target="_blank">original aqui</a>.</p>
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		<title>Leite vegetal com semente de Melão</title>
		<link>https://renataferracioli.com.br/leite-vegetal-com-semente-de-melao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Renata Ferracioli]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Jan 2021 15:00:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nutrição]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Hoje trago uma receita rápida, gostosa, nutritiva e o melhor de todos estes itens: barata! Pois apenas com dois ingredientes (sendo um deles reaproveitado &#8211; pois é bem provável que as sementes do melão fossem descartadas), você tem a chance de garantir um leite vegetal saboroso e saudável pra você e sua família! Sem mais<a class="read-more" href="https://renataferracioli.com.br/leite-vegetal-com-semente-de-melao/">Continue reading <i class="fal fa-angle-right"></i></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje trago uma receita rápida, gostosa, nutritiva e o melhor de todos estes itens: barata! Pois apenas com dois ingredientes (sendo um deles reaproveitado &#8211; pois é bem provável que as sementes do melão fossem descartadas), você tem a chance de garantir um leite vegetal saboroso e saudável pra você e sua família!</p>
<p>Sem mais delongas, vamos para a receita!</p>
<p>Ingredientes:</p>
<ul>
<li>01 xícara de chá de semente de melão;</li>
<li>1/2 xícara de chá de água filtrada.</li>
</ul>
<p>Modo de Preparo:</p>
<p>Bater tudo no liquidificador e depois coar!</p>
<p>Muito fácil não é mesmo?</p>
<p>Uma dica especial é bater junto uma banana madura para deixar este leite vegetal com a consistência parecida de um milk-shake. Você também pode incrementar com outras frutas, cacau, linhaça e etc.</p>
<p>Beijos nutridos e até a próxima.</p>
<p>&nbsp;</p>
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